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A nova casa de Lygia O Globo - 24/6/2006 - por Manya Millen
Há quatro anos, quando Lygia Bojunga decidiu criar sua própria editora para reunir todos os seus livros numa única casa, houve quem apostasse que, dali em diante, ela não teria mais sossego para botar no papel suas histórias, seus personagens. Diziam que a autora definharia aos poucos sob uma pilha de contas, burocracias, chateações. E que talvez, olhe lá, nem a editora sobrevivesse. Hoje, não só a Casa Lygia Bojunga vai muito bem das pernas, obrigada, como a família cresceu. A escritora acaba de inaugurar discretamente, bem a seu jeito, a Fundação Cultural Lygia Bojunga, nascida para apoiar pequenos projetos de incentivo à leitura. Para mostrar que estava certa ao persistir em seus sonhos e que tinha fôlego de sobra para manter viva a escritora, ela também manda para as livrarias dois novos romances, Sapato de salto e Aula de inglês, que se juntam aos 18 títulos anteriores, todos eles agora em sua própria editora. Para transformar o velho sonho em realidade, Lygia Bojunga contou com uma preciosa ajuda externa, especificamente o Astrid Lindgren Memorial Award (Alma), prêmio criado pelo governo sueco para consagrar personalidades ligadas ao mundo da literatura infanto-juvenil. »» Leia mais
Escrito por DL às 18h14
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Livros na 5ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis
A Sociedade Amantes da Leitura, a exemplo do que fez no ano passado, participa da 5ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, que começa dia 29 de junho e prossegue até o dia 16 de julho. Nos finais de semana, aos sábados e domingos durante o horário da Mostra, crianças e adultos poderão, antes ou depois de assistir ao filme, conhecer e ler parte do acervo
da futura Biblioteca Barca dos Livros, um projeto em andamento da Sociedade. Uma sala de leitura reúne muitos livros para crianças, novos e editados nos últimos anos, e os leitores poderão sentar-se nas cadeiras, almofadas e tapetes, e escolher seus livros à vontade. Em 2005 cerca de trezentos livros foram colocados à disposição, em ambiente especialmente montado, para manuseio e leitura, individual ou compartilhada. Nosso livro de visitas registrou a assinatura de 235 pessoas, leitores de todas as idades que vivenciaram momentos de lazer e entretenimento proporcionados pelos livros.
Neste ano, em que o tema da Mostra é Literatura Infantil e Cinema, a Sociedade disponibiliza um número maior de livros e, em parceria com o SESC/SC, fez uma reimpressão do livro O Patinho Feio, de Hans Christian Andersen, traduzido pelo escritor Tabajara Ruas, um dos nossos sócios fundadores, editado especialmente em 2005 para comemorar o Bicentenário de Andersen. 8.000 livros serão distribuídos às crianças, como incentivo à leitura e formação de uma biblioteca em casa. Uma mesa-redonda com a escritora Ana Maria Machado, convidada especial da Mostra para uma conversa com pais e professores da rede pública de ensino, será dirigida pela diretora-geral da Sociedade, Tânia Piacentini.
Escrito por DL às 22h45
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Inscrições para prêmio literário O Estado de S. Paulo - 18/6/2006
Até o dia 31 de julho, estão abertas as inscrições para o 2º Prêmio Ibero-americano de Literatura Infantil e Juvenil, promovido pelo Grupo Ediciones SM como parte do programa da Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Iberoamérica. Diferentemente de outros concursos, esse prêmio considera a inscrição pela apresentação do autor ou pela entidade literária que o representa. O escritor escolhido receberá US$ 30 mil. No ano passado, o vencedor foi o galego Juan Farias, que concorreu com 42 candidatos de 10 países - a brasileira Ana Maria Machado estava entre as finalistas. As inscrições podem ser feitas pelo site www.grupo-sm.com. Mais informações: 11-3847-8920. »» Leia mais
Escrito por DL às 13h53
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Reforço no PNLL Boletim do PNLL - Edição nº 11 – 12 a 18/06/2006
O Secretário Executivo do PNLL, José Castilho Marques Neto, informa que após a retomada dos trabalhos da coordenação executiva, já foram recebidas propostas de incorporação de 80 novas ações ao Plano que estão sendo analisadas pela equipe técnica, agora reforçada por Peter O´Sagae, especialista na área de leitura e criador do site Dobras de Leitura. A inscrição de trabalhos e ações de leitura no PNLL é bastante simples: basta preencher o formulário de adesão no site www.pnll.gov.br.
Escrito por DL às 02h59
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Ministério divulga resultado do 1º Concurso Literatura para Todos Portal do MEC - SECAD
Os jurados do 1° Concurso Literatura para Todos anunciaram a indicação dos premiados. As obras indicadas surpreenderam com a qualidade literária e a adequação dos textos ao público de novos leitores. Foram 2.095 obras recebidas, das quais foram selecionados por categoria contos e novelas, crônicas, poesias, biografias, tradição oral e teatro. Foram feitas duas indicações de menções honrosas para a categoria poesias e contos, além da recomendação de uma obra para o programa de formação de alfabetizadores e professoras de educação de jovens e adultos (EJA).
A comissão julgadora é formada pelos escritores, professores e pesquisadores do tema Antônio Torres, Heloisa Jahn, Jane Paiva, Lígia Cademartori, Magda Soares, Marcelino Freire, Milton Hatoum, Moacyr Scliar e Rubens Figueiredo. Cada um dos premiados receberá R$ 10 mil, além da impressão e distribuição dos 300 mil exemplares do seu livro para as turmas do programa Brasil Alfabetizado. A homologação do resultado será feita no dia 2 de junho pelo Diário Oficial da União.
O processo de seleção das obras foi árduo. A comissão foi unânime em considerar a seriedade e o profissionalismo com que o ministério conduziu o concurso. “Nunca houve na minha vida um grupo de jurados com tanto debate, todas as decisões eram tomadas em grupo”, comprova Antônio Torres, escritor baiano premiado pela Academia Brasileira de Letras. O tema longamente debatido foi a caracterização do perfil dos neoleitores do Brasil. “A criação deste nicho de mercado é inédita no país, ainda temos que entender quais são as exigências deste público, praticamente ignorado pelas editoras comerciais até agora”, complementa o secretário de Educação Continuada Alfabetização e Diversidade do MEC, Ricardo Henriques.
“Está se colocando ao alcance deste público textos literários que mostram o espírito jovem deste país numa linguagem atual, acessível a todos e refletindo as condições culturais brasileiras”, pontua o escritor Moacir Scliar, com seus 74 livros no currículo. Os textos devem servir como motivação para a continuação da leitura por parte dos recém-alfabetizados, enfrentando assim um sério problema no processo educativo de jovens e adultos: a taxa de retorno ao analfabetismo chega a 60% depois de quatro anos, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).
Os membros da comissão julgadora ficaram surpresos com os temas abordados pelos concorrentes e com a qualidade de muitas das obras enviadas. “No imaginário deste autor que mandou os textos, teve uma divisão entre o urbano e o rural, reflexo do Brasil atual. O rural ainda muito arcaico, como se estivéssemos lendo José Lins do Rego, e no urbano aparece a dificuldade em fazer escolhas, impasse social, desemprego, tudo com uma ampla complexidade de sentimentos”, analisa Antônio Torres. A grande dificuldade foi escolher apenas um livro de cada categoria. “Temos mais 70 obras com uma excelente qualidade, apenas esperando a iniciativa das editoras comerciais para serem publicadas”, ressalta Ricardo Henriques. Veja os premiados e suas obras.
- Contos e novela: Madalena, de Cristiane Dantas Costa (Rio de Janeiro), e Cobras em Compota, de Ana Cristina Araújo Ayer de Oliveira / Índigo (São Paulo).
- Crônicas: Quando o gosto pela leitura, de Paulo César Dias Rodriguez (Rio Grande do Sul).
- Poesias: Caravela (Redescobrimento), de Gabriel Bicalho (Minas Gerais), e Entre as junturas dos ossos, de Vera Lúcia de Oliveira (professora brasileira que mora na Itália).
- Biografia: Léo, o pardo, de Rinaldo Santos Teixeira (São Paulo).
- Tradição oral: Batata cozida, mingau de cará, de Eloí Elisabete Bocheco (Santa Catarina).
- Teatro: Família composta, de Domingos Pellegrini (Paraná).
- Menção honrosa: Poesia - Abraão e as frutas, de Luciana V. P. de Mendonça (Rio de Janeiro) e Contos - Cabelos molhados, de Luís Pimentel (Rio de Janeiro).
- Obra recomendada para programa de formação de alfabetizadores e professoras de EJA: Por que ensinar literatura para quem carrega saco nas costas?, de Sônia Aparecida Ijano Batista e Maria Lúcia de Amorim Soares (São Paulo).
Escrito por DL às 19h32
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Livros de literatura do PNBE estão em fase de seleção MEC - 5/6/2006 - por Susan Faria
O Ministério da Educação vai avaliar, nos próximos dias, os livros do Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) a serem entregues aos estabelecimentos públicos de ensino fundamental até o fim do ano. Serão selecionados 225 títulos de obras literárias para alunos da quinta à oitava série. Eles comporão o acervo das bibliotecas de 46,7 mil escolas. Serão atendidos aproximadamente 14 milhões de alunos.
O total de livros que cada escola receberá vai depender do número de matriculados. Os estabelecimentos com até 150 alunos receberão 75 títulos; com 151 a 300 estudantes, 150; com mais de 300, 225. As obras terão conteúdo variado, como biografias, poesias, contos, crônicas, teatro, romance, histórias em quadrinhos e, especialmente, adaptações para o público jovem de obras clássicas da literatura universal.
No ano passado, o MEC adquiriu 300 títulos para alunos da primeira à quarta série e promoveu uma mudança no sistema de entrega. Antes, os livros eram enviados às escolas e repassados diretamente aos alunos. Desde o ano passado, destinam-se ao uso coletivo de estudantes e professores e compõem o acervo bibliográfico das escolas. Em 2005, foram beneficiadas 136.389 instituições públicas que oferecem as séries iniciais do ensino fundamental com, pelo menos, um acervo composto por 20 títulos.
As escolas cadastradas no Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC) puderam escolher, entre 15 acervos, obras de diferentes níveis de dificuldade para dar aos estudantes as opções de acesso a textos com autonomia de leitura e para leitura com a mediação dos professores.
Estímulo — Desde 1997, o MEC incentiva alunos, professores e comunidade em geral a adquirir e manter o hábito da leitura. Por meio do PNBE, o ministério adquire e distribui obras de literatura brasileira e estrangeira, infanto-juvenis, de pesquisa e de referência, além de materiais de apoio, como atlas, globos e mapas.
O PNBE é executado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC), gerido com recursos do Orçamento da União e da arrecadação do salário-educação. A seleção das obras é feita pela Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC).
Escrito por DL às 18h27
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Morre o escritor mineiro Wander Piroli O Estado de S. Paulo - 6/6/2006
Os personagens da noite de Belo Horizonte estão de luto. Morreu no sábado, às 9 horas, no Hospital Life Center, em Belo Horizonte, o escritor mineiro Wander Piroli. Ele tinha 75 anos. A informação de sua morte foi transmitida ao Estado por sua filha, Silvana. O escritor tivera um derrame havia 20 dias e teve de ser operado, o que complicou muito seu estado neurológico (sofrera uma isquemia em 1998). Traduzido até para o búlgaro e o polonês, Wander Piroli foi um dos grandes cronistas de sua cidade, Belo Horizonte, que retratou canto a canto em livros como Lagoinha (Conceito). Escreveu diversos livros infantis, entre eles O Menino e o Pinto do Menino, de 1975 (grande sucesso de público, hoje em sua 33.ª edição), e Os Rios Morrem de Sede. Esta semana, a Editora Leitura, de Belo Horizonte, anunciou que pretende relançar toda a sua obra e editar seus inéditos (ele deixou oito), a partir de agosto. Era casado com Aparecida Piroli há 48 anos e deixa quatro filhos e seis netos, além de uma velha Remington 150, com a qual produziu alguns dos melhores textos sobre a marginália notívaga deste País. »» Leia mais
Escrito por DL às 19h30
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| Escritora recebe R$ 1,57 milhão no zoológico PublishNews - 1/6/2006 por Carlo Carrenho, de Estocolmo
O passeio predileto de nove em cada dez crianças que moram em Estocolmo, na Suécia, é visitar o Skansen. Misto de zoológico e museu de história ao ar livre, o parque mais tradicional da capital sueca foi fundado em 1891 e recebe anualmente cerca de 1,3 milhão visitantes. E foi neste local amado pelos pequerruchos nórdicos que foi realizada ontem, 31 de maio, a entrega do Prêmio Memorial Astrid Lindgren.
A honraria sueca é concedida anualmente pelo governo local desde 2003, em memória à escritora Astrid Lindgren, que faleceu em 2002 e é, sem dúvida, a autora infanto-juvenil mais querida da Suécia. O prêmio pode ser outorgado para escritores, ilustradores, contadores de histórias e promotores da leitura pelo seu trabalho e conquistas ao longo da vida. O objetivo do prêmio, segundo os organizadores é "fortalecer e aumentar o interesse na literatura infantil e juvenil em todo o mundo, assim como fortalecer os direitos das crianças ao redor do globo". O vencedor do prêmio é selecionado por um júri de especialistas suecos a partir de indicações provenientes de todo o mundo. Este ano foram indicados 137 candidatos de 55 países, incluindo a escritora Ana Maria Machado e o programa Mala de Leitura, do Brasil. Mas como em 2004 a agraciada foi a também brasileira Lígia Bojunga, era difícil acreditar que os suecos mais uma vez premiassem o Brasil.
O grande diferencial do Prêmio Memorial Astrid Lindgren é, sem dúvida, o seu valor: 5 milhões de Coroas Suecas - ou, aproximadamente, 1,57 milhão de reais. Trata-se do maior prêmio de literatura infanto-juvenil do mundo, o que, somado a sua origem sueca, lhe valeu o apelido de "Nobel da Literatura Infanto-Juvenil". A ganhadora deste ano foi escritora norte-americana Katherine Paterson, que ali no Skansen, a poucos metros dos alces, ursos e outros animais nórdicos do zoológico, recebeu seu prêmio das mãos da própria Princesa Victoria, à direita na foto. (© Foto: The Astrid Lindgren Memorial Award)
Escrito por DL às 22h48
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Premiação é diversão
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para pequenos nórdicos PublishNews - 1/6/2006 por Carlo Carrenho, de Estocolmo
A cerimônia de entrega do Prêmio Memorial Astrid Lindgren, realizada ontem, foi marcada por algo pouco comum em outros eventos semelhantes: a presença de crianças. A própria escolha do parque Skansen para a realização da cerimônia e o fato de ela ter sido feita ao ar livre, com entrada franca para quem já estivesse no local, fez com que um grande número de jovens e crianças marcassem presença no evento.
A programação contou com leituras de trechos do livro Duas vidas, dois destinos, de Katherine Patterson, vários shows musicais - incluindo rap sueco -, dança e acrobacia. Os discursos da Diretora Geral do Conselho Nacional Sueco de Cultura, Kristina Rennerstedt, e do Ministro da Cultura, Leif Pagrotsky, foram curtos o suficiente para que pequenos nórdicos permanecessem sentados à espera das atrações mais interessantes que estavam por vir.
Apesar do "calor primaveril" de 10º C e da possibilidade de chuva, muitos pais estavam presentes com seus filhos, que aprendiam desde cedo a importância da literatura, dos livros e dos escritores. Pagrotsky dedicou seus cinco minutos à memória de Astrid Lindgren, lembrando seu talento e sua capacidade de transformar "mágica em realidade e realidade em mágica". "Nosso objetivo é contagiar o mundo com uma cultura para crianças de altíssima qualidade", ainda afirmou o ministro ao final de sua fala, sob olhos atentos de alguns pequeninos. (© Foto: Lima Andruska)
Escrito por DL às 22h46
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Paterson ressalta generosidade sueca PublishNews - 1/6/2006 por Carlo Carrenho, de Estocolmo
Foi com grande surpresa que a escritora norte-americana Katherine Paterson recebeu a notícia de que havia ganhado o prêmio Astrid Lindgren. "Eu estava dormindo e fui acordada com a notícia no último dia 15 de março", contou a autora ao público presente na cerimônia de entrega. Em suas breves palavras, Paterson lembrou a personagem Pippi Långstrump, de Astrid Lindgren, e a comparou ao povo sueco. A escritora observou brincando que, ao contrário da personagem, cujo comportamento às vezes deixa a desejar, os suecos têm um comportamento exemplar. "Qualquer estrangeiro dirá que a existência do Prêmio Memorial Astrid Lindgren é um ato de visão extraordinária e de enorme generosidade", afirmou Paterson ao receber a honraria.
Segundo o júri, "Katherine Paterson é uma psicóloga brilhante, capaz de se infiltrar sob a pele dos personagens jovens e vulneráveis que cria, seja em ambientes históricos ou exóticos, ou mesmo na difícil realidade contemporânea dos EUA. Com um toque hábil e estético, ela evita soluções simples e se baseia na força e coragem intrínsecas de seus personagens principais para construir suas histórias."
Paterson nasceu em 1932, na China, onde passou sua infância. Mais tarde, morou no Japão como missionária, antes de iniciar sua carreira de escritora nos EUA com livros religiosos. Seu trabalho inclui livros ilustrados e infantis, frequentemente baseados em contos de fada e mitos. Mas são seus romances juvenis que a tornaram conhecida. Normalmente ambientados em contextos históricos da China, Japão e EUA, tais romances lidam com temas importante e às vezes difíceis, como crianças em risco e famílias separadas.
No Brasil, a editora Moderna já lançou três de seus livros: O mestre das marionetes (208 pp., R$ 27,50), Ponte para Terabítia (160 pp., R$ 25,50) e Duas Vidas, Dois Destinos (208 pp., R$ 27,50), todos traduzidos por Ana Maria Machado. Paterson já ganhou diversos outros prêmios, incluindo o Hans Christian Andersen de 1998. (© Foto: Samantha L. Paterson)
Escrito por DL às 22h41
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