Resumo do Cenário


Fórum discute
o uso da literatura
para formação de
crianças e jovens
CBL Informa - 23/2/2005

De que forma a literatura infanto-juvenil produzida por autores brasileiros contemporâneos ajuda na formação de nossos jovens cidadãos? Como fazer para integrar esses livros à grade curricular das escolas? Como despertar o prazer de ler nos estudantes? Essas e outras questões serão debatidas por autoridades, editores, autores e educadores no fórum “A leitura como ponto fundamental na formação de crianças e jovens”, que acontece no dia 15 de março, a partir das 10h, no Salão de Idéias, na Bienal do Livro de São Paulo. Realizado pela primeira vez dentro da Bienal, o fórum pretende discutir a importância do livro no desenvolvimento educacional e intelectual do estudante brasileiro, e formular propostas para o aprimoramento de políticas relacionadas a esta questão. O ministro da Educação, Fernando Haddad, faz a plenária de abertura do fórum, juntamente com José Henrique Paim Fernandes, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e Oswaldo Siciliano, presidente da Câmara Brasileira do Livro. Também participam das plenárias autores, educadores e editores com grande experiência na área, como Ziraldo, Ana Maria Machado, Vera Masagão, Regina Zilberman e Breno Lerner. A participação no Fórum é gratuita e a inscrição deve ser feita pelo e-mail
eventos@cbl.org.br. Vagas limitadas. Mais informações pelo tel.: (11) 3069-1300 ramal 103.


Escrito por DL às 16h23
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Mitos e Verdades:
'Livro no Brasil é caro'

O Globo - 18/2/2006 - por Rachel Bertol


Não há livro caro ou barato: há, sim, livros com preços relativos, e relativos no Brasil a um conjunto de fatores que não lhe são muito favoráveis. Como se viu nas duas primeiras edições da série Mitos e Verdades do Mercado Editorial, os índices de leitura são baixos - embora quando estimulado, o brasileiro se encante com a leitura; e o país sofre com falta de livrarias e bibliotecas. Tudo isso dificulta a difusão do livro, condenado portanto a baixas tiragens, de dois mil a três mil exemplares em média. O cenário se agrava com a queda de 16% do rendimento médio do brasileiro nos últimos anos (entre 1995 e 2004), segundo o IBGE. Diante das dificuldades, livros de R$ 25, R$ 40 ou R$ 50, comuns nas livrarias, tornam-se artigo de luxo. Para derrubar a barreira do preço, discutem-se medidas como a adoção do preço único e a criação de coleções populares, como as de bolso. O caminho promete ser longo, mas precisa começar a ser trilhado urgentemente para que se democratize, também pelo preço, o acesso ao livro no país.
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Escrito por DL às 20h16
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Comissão aprova biblioteca
obrigatória nas escolas

Agência Câmara - 14/2/2006 - por Antonio Barros

A Comissão de Educação e Cultura aprovou o Projeto de Lei 1831/03, do deputado Lobbe Neto (PSDB-SP), que obriga todas as instituições de ensino, públicas e privadas, a terem bibliotecas. O objetivo é universalizar as bibliotecas escolares e facilitar o acesso dos alunos a livros e demais fontes de pesquisa, além de melhorar os indicadores de acesso ao livro no Brasil. O relator da matéria na comissão, deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), Andrada apresentou um texto substitutivo em que propõe pequenas alterações. Uma delas é que o acervo inicial mínimo seja de um livro por aluno matriculado em cada biblioteca a ser criada. No texto original, a proposta era de quatro obras por estudante. Outra mudança é a extensão do prazo estabelecido para as escolas formarem o acervo, que passou de cinco para dez anos. O relator explica que há pequenas escolas no interior, em municípios pobres que não teriam recursos para cumprir a meta em cinco anos. O texto, que tramita em caráter conclusivo, seguirá para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Foi incorporado ao substitutivo aprovado o Projeto de Lei 3230/04, da deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que trata do mesmo assunto. O projeto tramitava apensado à proposta do deputado Lobbe Neto.
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Escrito por DL às 01h49
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Fórum vai encerrar
Ano Ibero-americano da Leitura
Boletim Fome do Livro - nº 75 - 13 a 19/2/2006

O Fórum PNLL Vivaleitura, que será realizado nos dias 12 e 13 de março no Auditório Elis Regina, na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, vai encerrar oficialmente o calendário do Ano Ibero-americano da Leitura, que teve mais de 100 mil atividades realizadas no Brasil desde janeiro de 2005. O encontro - destinado a bibliotecários, educadores, gestores de cultura, escritores, editores, livreiros, distribuidores, ONGS e voluntários que atuam na área, entre outros - vai apresentar um balanço do que foi o ano no Brasil - onde foi denominado Vivaleitura - e também nos demais 20 países da região. Já na abertura do fórum - com a presença dos realizadores que integram o Conselho Diretivo do Vivaleitura, que são o Ministério da Cultura, o Ministério da Educação, o Cerlalc (Centro de Fomento ao Livro na América Latina e Caribe), a Une sco e a OEI (Organização dos Estados Ibero-americanos) - está prevista uma conferência da professora Marisa Lajolo, da Unicamp, uma das maiores especialistas em leitura do País. Para obter detalhes da programação e fazer a inscrição (já que as vagas são limitadas), basta acessar www.vivaleitura.com.br/forum2006.


Escrito por DL às 18h43
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Está no ar o Edital do PNBE 2006
PublishNews - 13/2/2006

Já é possível acessar o edital deste ano pela internet. Segundo o governo, o documento "tem por objeto a convocação de titulares de direito autoral para inscrição no processo de avaliação e seleção de obras de literatura para composição de acervos voltados para leitores das séries finais do Ensino Fundamental, a serem distribuídos às escolas públicas que oferecem esse segmento de ensino". Serão selecionadas 225 obras a serem distribuídas em três acervos diferentes. Clique aqui e leia o Edital do PNBE 2006 na íntegra.


Escrito por DL às 01h25
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faz palestras
para atrair editoras brasileiras

Valor Econômico - 9/2/2006 - por Tainã Bispo

O "Programa Google para pesquisa de Livros", lançado no início de 2005, está buscando novos parceiros no mercado brasileiro. Durante esta semana, Marco Marinucci, gerente de desenvolvimento de parceiros estratégicos, está no país, promovendo palestras sobre o projeto em São Paulo e no Rio de Janeiro. Sua missão é convencer os empresários do setor de que o projeto é uma ferramenta de busca confiável e que pode auxiliá-los na divulgação de seus catálogos.

Os editores brasileiros estão cautelosos. Até agora, apenas as editoras Callis e Senac participam do programa, que ainda não tem uma versão em português. Para fazer parte do projeto, as editoras precisam, apenas, enviar as obras para o Google. Depois disso, a empresa americana irá digitalizar os livros e colocá-los na internet. O usuário poderá acessar até quatro páginas de uma obra. Segundo o executivo, mais de 10 mil editoras já fazem parte do projeto, e "centenas de milhares" de livros já foram digitalizados.

Eduardo Blücher, coordenador CBL Tech - grupo que estuda novas plataformas para vender conteúdo -, diz que "a ferramenta é boa, porém há limitações na forma como os livros são tratados". O programa (www.books.google.com) é composto pelas obras enviadas pelas editoras parceiras e também do acervo de algumas bibliotecas, como das universidades de Harvard e de Michigan. Em 2005, o Google foi alvo de críticos, que temiam que a empresa não fosse respeitar os direitos autorais das obras catalogadas das bibliotecas. "Os usuários têm acesso completo somente aos livros de domínio público. O restante, nós mostramos, no máximo, duas linhas da obra", diz Marinucci. »» leia mais


Escrito por DL às 12h46
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Porque eu acredito que todo dia mereça ser um feliz 2006... Ou só porque gostei da imagem que encontrei hoje no site da Editora Cortez, fica aqui guardada essa captura. Estamos investindo no nosso tempo de leitura?



Escrito por DL às 00h33
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Editoras vão à internet
para fisgar os mirins

Gazeta Mercantil - 6/2/2006 - por Regina Neves

Esta é a estratégia para que o público infanto-juvenil tenha mais interesse em ler. Dentro da velha e boa teoria de que para os negócios irem para frente o importante é ir atrás do cliente onde ele estiver, as editoras brasileiras de literatura infanto-juvenil descobriram na internet uma excelente ferramenta de marketing para atrair seu público-alvo que, reconhecidamente, passa mais tempo diante do computador do que lendo um livro. A solução foi criar sites para abrigar personagens de livros de sucesso como o campeão de vendas Harry Potter, editado no Brasil pela Rocco ou o Smilingüido, uma formiguinha evangélica responsável, hoje, por 90% do faturamento da editora curitibana Luz e Vida, que foi de R$ 11 milhões no ano passado e deve chegar a mais de R$12 milhões este ano. Garantem as editoras que a estratégia tem dado certo e os sites estão atraindo o jovem também para as livrarias. »» leia mais


Escrito por DL às 17h24
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Software auxilia
no diagnóstico
dos transtornos de leitura

PublishNews - 31/1/2006

Informações sobre o tempo gasto na leitura de um texto, o ritmo adotado pelo paciente, erros cometidos durante a leitura e questões que avaliam a interpretação fazem parte de um novo sistema digital de diagnóstico de distúrbios de leitura. Um programa desenvolvido na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que avalia as condições de leitura do paciente, pretende ajudar fonoaudiólogos e professores a diagnosticar dificuldades no processo de alfabetização. Para a autora do trabalho, a fonoaudióloga Vânia Lúcia Costa de Carvalho Lima, a subjetividade dos transtornos de leitura prejudica muito a avaliação do profissional. Um diferencial do programa criado na Unifesp é a possibilidade de gravar a leitura feita pelo paciente. Além de o profissional poder acompanhar sua evolução, o próprio paciente poderá fazer comparações e ouvir seu ritmo de leitura. Segundo Vânia Lima, isso é muito importante porque, além das dificuldades de alfabetização, o paciente enfrenta alguns problemas psicológicos. Outro benefício do uso do software diz respeito à possibilidade de comparar o rendimento de alunos de escolas públicas com os de particulares, por exemplo. "Não existem dados estatísticos em relação aos distúrbios de leitura. Por isso, seria interessante para a educação brasileira se soubéssemos onde estão as principais lacunas", ressalta a autora.


Escrito por DL às 21h32
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A volta de Peter Pan
Folha de S. Paulo - 4/2/2006 - por Eduardo Simões

Peter Pan Statue, Bowring Park - City of St. John's

Peter Pan anda ansioso com um incessante tique-taque. O barulho não vem do despertador engolido pelo crocodilo que papou a mão de seu arquiinimigo, o Capitão Gancho. Mas dos relógios que marcam para as primeiras horas de 5 de outubro o aguardado lançamento, no Reino Unido, da primeira continuação oficial de suas aventuras. O "menino que não queria crescer", criado em 1904 pelo escritor escocês James Matthew Barrie [1860-1937], voltará a alçar vôo numa história que se passa em 1930, com Wendy madura o bastante para ser uma avó. Ainda sem direitos comprados para o Brasil, Peter Pan in Scarlet, editado pela Oxford University Press, foi escrito pela inglesa Geraldine McCaughrean, 53. Já publicada no Brasil pela Salamandra, a autora foi escolhida entre mais de 200 escritores de várias partes do mundo num concurso feito pelo hospital infantil Great Ormond Street, para o qual Barrie deixou os direitos da obra em 1929. Sua missão: responder a perguntas como "o que foi feito da Terra do Nunca?", ou ainda "por que os garotos eram perdidos?". A autora ganhou de última hora dois concorrentes do outro lado do Atlântico. Os americanos Ridley Pearson e Dave Barry assinam Peter and the Starcatchers, espécie de "episódio 1" da história de Peter, cujos direitos já foram comprados pela Companhia das Letras. E a obra já tem uma continuação própria por vir: Peter and the Shadow Thieves. »» Leia mais


Escrito por DL às 17h20
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