 |
|
|
Itapemirim lança Biblioteca Móvel PublishNews - 29/9/2005
- por Carlo Carrenho
Dentro da sua política de responsabilidade social que privilegia projetos que promovam o acesso da população à qualidade de vida, o grupo Itapemirim lançou a Biblioteca Móvel Itapemirim no último dia 21 de setembro, em São Paulo. Trata-se de uma biblioteca circulante, estruturada em um ônibus adaptado e destinada a promover a formação de leitores e a disseminação da informação para os mais diversos usuários: moradores de centros urbanos, periferias, zonas rurais e localidades desprovidas de serviços bibliotecários.
A estrutura das empresas do grupo, que se dedica ao transporte rodoviário de passageiros e de cargas, sustentará a manutenção e garantirá a logística do funcionamento da biblioteca que viajará por todo o Brasil. O projeto pedagógico foi desenvolvido pela profª Walda Antunes, doutora em educação e mestre em planejamento bibliotecário. Além da seleção e do tratamento do acervo, a profª Walda desenvolveu os cursos de capacitação que atenderão às necessidades da equipe que acompanhará a biblioteca e também de monitores locais, que são potenciais multiplicadores do projeto na criação ou revitalização das bibliotecas fixas das comunidades visitadas.
O grupo Itapemirim é o patrocinador exclusivo da unidade piloto da Biblioteca Móvel Itapemirim que começa a viajar no dia 3 de outubro com roteiro já definido. Porém, como a meta, em médio prazo, é a implantação de 27 bibliotecas móveis, uma para cada Estado da Federação e Distrito Federal, o grupo está fazendo parcerias para patrocínios de outras bibliotecas. A Shell já está patrocinando uma unidade que começa a viajar no mês de janeiro de 2006, atendendo o Estado de São Paulo. Empresas interessadas em apoiar o projeto podem entrar em contato pelos telefones (11) 9613-9959 ou (11) 3086-2607.
Escrito por DL às 00h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
É hoje a entrega
do Prêmio FNLIJ 2005 PublishNews - 27/9/2005 - por Alicia Klein
A Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil promove hoje, dia 27, a entrega do Prêmio FNLIJ 2005 para produções de 2004 voltadas ao público jovem. Dentre as categorias, estão a Cecília Meirelles – para o melhor livro teórico, a Ofélia Fontes – melhor livro para criança, a Luís Jardim – melhor livro de imagem, entre outras. O evento da FNLIJ, seção brasileira do International Board on Books for Young People, acontece a partir das 17h, no Centro Cultural da Academia Brasileira de Letras, Salão José de Alencar (Av. Presidente Wilson, 203, RJ). Clique aqui e conheça todos os vencedores.
Escrito por DL às 20h41
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
Marcos Rey para jovens em novas edições
Global relança sucessos do escritor
que fizeram sucesso na década de 80
Vivian Rangel
É bem verdade que Marcos Rey já era conhecido por seus contos antes de começar a escrever para o segmento infanto-juvenil. Mas qualquer pré-adolescente que tenha aberto livros como O mistério do cinco estrelas e Enigma da televisão não consegue deixar de citar o escritor como referência de boa literatura para jovens. Para saciar a nostalgia ou iniciar os virgens em boas histórias de mistério, a Global Editora está relançando alguns títulos do autor de tramas ágeis, com um pé no noir e com estilo cinematográfico.
O ficcionista estreou em 1953 com Um gato no triângulo e o reconhecimento veio logo no segundo livro, Café na cama, no qual o escritor passa a trilhar o caminho do folhetim. Com O enterro da cafetina e O cão da meia-noite (ambos reeditados pela Global), ele conquistou um público adulto fiel. Mas foi com a literatura infanto-juvenil que as impressões alcançaram a casa dos milhões, consagrando o escritor com inclinação para a escrita prática, direta e de ritmo intenso. Em títulos como O rapto do garoto de ouro, O mistério do cinco estrelas e Dinheiro no céu , os primeiros volumes lançados, o estilo de Rey é inconfundível. O primeiro deles narra o sumiço de Alfredo, um rock star raptado minutos antes de um show. Ambientado em São Paulo (terra natal de Marcos Rey e cenário de várias de suas obras), a narrativa acompanha as investigações de dois jovens detetives que circulam pelo bairro do Bexiga.
Os mais de três milhões de exemplares vendidos de O mistério do cinco estrelas, lançado em 1980, dão uma idéia do prestígio que o clássico mantém. Dessa vez o caso consiste em descobrir quem assassinou um hóspede do Emperor Park Hotel. A dupla Gino e Ângela vai ter trabalho para juntar as pistas e livrar o amigo Léo, mensageiro do hotel cinco estrelas, da posição de principal suspeito do crime. Leitura recomendada para todos os alunos do antigo ginásio, é difícil esquecer a expectativa a cada virada de página e a torcida para que os poderosos inimigos de Léo encontrem logo o castigo merecido.
Dinheiro no Céu tem um foco mais político. Ambientado na época do golpe militar de 1964, o protagonista é um adolescente que vive as primeiras experiências com o amor, ao mesmo tempo em que busca o primeiro emprego e sonha com notas verdinhas caindo do céu.
A Global negociou com a viúva do autor, falecido em 1999, os direitos de mais sete livros infanto-juvenil. Entre os outros títulos que estão no prelo, a viagem de Pimpa, em Sozinha no mundo, que perde a mãe aos catorze anos e começa a ser perseguida por uma assistente social nada confiável. E a ficção com serial killer de Enigma da televisão, que narra o sumiço de vários artistas da TV Mundial, e foi um dos últimos livros escritos pelo autor.
Obras de referências, as narrativas de Marcos Rey são estréias fundamentais no prazer da literatura, livros que atiçam a vontade de ler boas histórias nos mais jovens. E preparam os iniciantes para os vôos mais maduros dos clássicos. Órfãos da inesquecível série Vaga-lume, símbolo da década de 80, podem adquirir as reedições em capas modernas - para reler ou salvaguardar os títulos aos futuros descendentes.
Jornal do Brasil, 17 de set. 2005 http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/cadernos /ideias/2005/09/16/joride20050916011.html
Escrito por DL às 15h38
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
- por Vivian Rangel
O público que chegará ao Jockey na sexta, 23, não estará usando chapéus enfeitados e provavelmente não sabe o nome do eqüino mais veloz do momento. São leitores, editores e pesquisadores que aproveitam o caráter híbrido da Primavera dos livros – obras com descontos, debates, música e até mesmo conversas sobre futuras publicações. Alguns devem saber que a feira ajudou a revelar autores contemporâneos ou talvez busquem novidades do mercado editorial, detalhados em números em um estudo apresentado no ano passado. Mas é provável que a grande maioria esteja mesmo em busca de pechinchas, novos títulos ou daqueles preciosos cinco minutos de bate-papo com o escritor preferido.
A previsão para a quinta edição carioca do evento é receber 20 mil leitores nos três dias de feira, um recorde para um movimento que começou tímido, quando um grupo de pequenos editores se reuniu para organizar um evento que viabilizasse o contato direto entre livreiros e leitores. O objetivo era unir forças e burlar as dificuldades de distribuir as obras em um país de grande extensão e com uma quantidade de leitura per capita vergonhosa.
Hoje, cerca de 90 editoras dividem o espaço dos estandes, durante três dias que ajudam a eliminar as sobras de edições e solidificar a identidade do pequeno selo para o público. A partir da sexta, o público poderá escolher os debates e lançamentos que deseja assistir. O homenageado dessa edição é o escritor João Ubaldo Ribeiro, que na ocasião festejará o lançamento de João Ubaldo Ribeiro – Obra seleta (1.422 pp., R$ 190), pela Nova Aguilar, com alguns de seus mais importantes romances.
Começa a Primavera – Quando: de 23 a 25 de setembro, das 10h às 22h – Onde: Jockey Clube Brasileiro (RJ), entrada pela Praça Santos Dumont, 31, Gávea – Quanto: R$ 2 , com meia entrada para estudantes e idosos. Mais informações – www.primaveradoslivros.com.br.
Escrito por DL às 01h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
criar público leitor Folha de S. Paulo - 17/9/2005
- por Antônio Gois
(DA SUCURSAL DO RIO)
Quando iniciou seu trabalho, no início da década de 90, a organização não-governamental Leia Brasil logo percebeu que, para estimular a formação de um público leitor, não bastava facilitar o acesso ao livro. "A gente achava que o acesso ao livro, por si só, seria o grande estimulador da leitura no Brasil. Com muita rapidez, no entanto, verificamos que o livro ficava às moscas nas escolas, porque o professor não sabia o que fazer com ele e o aluno não tinha curiosidade", conta Jason Prado, diretor-executivo da ONG.
A atividade do Leia Brasil, que no início era centrada principalmente na oferta de livros, passou então a ser acompanhada de uma série de outras paralelas para criar um ambiente propício ao estímulo à leitura na escola. A ONG possui caminhões-biblioteca que visitam escolas públicas emprestando livros, revistas e vídeos e realizando atividades como exposições que, de alguma maneira, possam ajudar a formar um público leitor.
O foco da entidade deixou de ser apenas o aluno para englobar também o professor, que recebe treinamento e material didático que dá suporte a essas atividades. "Uma das melhores coisas que fizemos foi ter oferecido gratuitamente esse material para as escolas sem obrigatoriedade de elas terem algum tipo de resposta acadêmica. Nós levamos o livro para dentro da escola tentando tirar essa característica de tarefa ou de obrigação", diz Prado. (AG)
Escrito por DL às 01h43
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|
 |
| [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |



|
 |